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Criança aprende quando desperta interesse e curiosidade | Sua Criança Consciente

Bases Filosóficas da Educação

A história nos oferece fontes consideráveis sobre o pensamento, ações e proposições de personalidades que influenciaram políticas e práticas no campo da educação. São pessoas que se destacaram pelo caráter inovador, pelas pesquisas, pelos métodos e pelas atividades que impactaram a sociedade de seu tempo — e que continuam sendo debatidas até hoje. Mesmo aqueles que nada deixaram escrito, e de quem não temos plena evidência da autoria de ideias que lhes são atribuídas, permanecem presentes na nossa compreensão sobre o tema.

Educação é assunto do dia. De todos os dias. Não há como ignorá-la nem deixar de valorizá-la nas relações que estabelecemos. Ela impulsiona o desenvolvimento humano por meio da aprendizagem e do ensino — um processo contínuo, de via dupla, que facilita a aquisição e a troca de conhecimento, além do reconhecimento e fortalecimento das nossas potencialidades.

A base da formação biográfica

“Educação começa no momento do nascimento”, ressaltou com veemência Gerd E. Schäfer, professor emérito da Universidade de Colônia na Alemanha, ao apresentar em 2001 suas “Dez Teses sobre a Educação na Primeira Infância" (em alemão: Zehn Thesen zur frühkindlichen Bildung) como parte de sua contribuição para a pedagogia da infância e a educação estética.

 

Conhecido por seus estudos sobre processos de aprendizagem na infância, Schäfer defende que o uso do termo “Educação na Primeira Infância” não se limita a substituir conceitos — dizer “educar” em vez de “aprender” —, mas a descrever um pano de fundo apoiado nas pesquisas cognitivas sobre bebês e crianças pequenas realizadas até então.

Passadas mais de duas décadas desde que formulou suas teses, a visão de Schäfer — de que esse processo é holístico e está diretamente ligado ao meio no qual a criança se desenvolve — continua atual. Essa perspectiva, ao que me parece, já foi compartilhada por outros pensadores, mas ele a organiza e trabalha de modo particular.

A ideia central do professor é que a criança, desde o nascimento, possui recursos básicos que a tornam apta a perceber e se comunicar e que, com o despertar do interesse, aprende por iniciativa própria. Por muito tempo, partiu-se da premissa de que os bebês seriam seres passivos, incapazes de compreender as relações do mundo ao seu redor. Hoje, sabemos que recém-nascidos têm habilidades cognitivas e sociais surpreendentes.

 

Schäfer foi um dos precursores dos conceitos “bebê competente” e “criança competente”, defendendo que a educação infantil seja considerada de forma mais séria no sistema educacional, pois constitui a base da formação biográfica do indivíduo.

A educação como processo coconstrutivo

Considerando a educação um processo coconstrutivo, em que o “aprendiz” desempenha papel ativo e pleno ao longo da vida, os pais devem estar conscientes, nessa fase inicial, de que a aprendizagem não deve ser imposta; ela ocorre por meio do processamento de informações e impulsos dentro da própria criança. Esta, por outro lado, depende do suporte dos pais, de quem os substitua legitimamente ou de pessoas com quem já tenha estabelecido vínculo. Esse apoio se traduz tanto na organização de oportunidades para que a criança adquira conhecimento quanto na sua interação com terceiros — ou seja, criando condições para a exploração e descoberta.

Tal suporte inclui a observação atenta de suas inclinações e atividades constantes, assim como acolher suas perguntas e tentativas de interpretação. As crianças desejam explorar por si mesmas; portanto, instruções diretas ou mediação rígida do conhecimento, por vezes, não correspondem às suas necessidades nesse período. O aprendizado depende de sua própria motivação e experiências. Concluindo: a tarefa primordial da educação infantil é oferecer meios à criança de se desenvolver a partir das próprias descobertas, antes que se beneficie das instruções de terceiros.

Partindo desse raciocínio, educar não significa simplesmente configurar o pequeno cérebro com conhecimento e normas, mas disponibilizar ao sujeito da ação possibilidades de desdobramento. Quem nunca se chafurdou na lama ou caiu ao aprender a andar de bicicleta não conhece a lama nem esse tipo de queda. Não se quer dizer, com isso, que se deva deixar a criança fazer tudo o que quiser ou negligenciar sua proteção, mas sim criar meios, encorajá-la e oferecer assistência. Quando movida pelo impulso e pela curiosidade, a criança se lança naturalmente ao conhecimento.

Pensadores que moldaram a educação

A seguir, é apresentada uma breve linha do tempo de pensadores que, ao longo da história, contribuíram decisivamente para a formação humana, oferecendo uma perspectiva da educação como agente de transformação da sociedade.

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Confúcio (551 – 479 a.C) → educação moral e social

Pensador e filósofo chinês, Confúcio é o nome latino do mandarim Kong Qiu, sendo Qiu o nome próprio e Kong o de família. É reverenciado como Kong Fuzi — Fuzi significa “mestre”. Conta-se que fundou sua escola por volta dos 30 anos de idade e conquistou reconhecimento pela habilidade em rituais. Usou seu prestígio para atuar na política, servindo como conselheiro de príncipes e nobres do reino de Lu e de outros Estados vizinhos.

Aos 50 anos, tornou-se oficial do Reino e, um ano depois, ministro da Justiça. Durante esse período, organizou uma campanha para enfraquecer o poder de três clãs aristocratas — iniciativa que fracassou e comprometeu seu futuro político. Como consequência, exilou-se nos reinos vizinhos por 14 anos, até que um oficial graduado, que havia sido seu aluno, o ajudou a se reinstalar no Reino de Lu.

Os cinco anos anteriores à sua morte, aos 73 anos, teriam sido os de maior destaque de sua escola. Ao longo da existência, o estabelecimento matriculou três mil alunos, embora com objetivos diferenciados para as várias camadas sociais. A ênfase do pensamento de Confúcio estava no uso instrumental da educação: ela servia não apenas para ensinar, mas para formar talentos leais ao governo.

Em 50 grandes educadores — De Confúcio a Dewey, a escritora Joy A. Palmer descreve o propósito educacional de Confúcio como o de manter o status vigente. Nas palavras do mestre:

 

“Aqueles que se destacam no trabalho devem aprender; os que se destacam no conhecimento devem assumir posição de superioridade em relação aos outros.”

A noção de funcionário-erudito, em seu pensamento, passou a ser o primeiro fundamento para o exame imperial posterior.

 

Não apenas a educação intelectual, mas também a moral desempenhava papel central na teoria e prática de Confúcio, que afirmava:

“Controlar-se e retomar os rituais é próprio da natureza humana. Pois um homem de características humanas é aquele que, desejando se firmar, ajuda os outros a se firmarem; querendo ganhar consciência, ajuda os outros a ganhar consciência; e um homem de atributos humanos coloca o trabalho árduo antes da recompensa.”

Sócrates (469–399 a.C) → educação pelo diálogo

Dez anos após o período de Confúcio, o foco da educação desloca-se para a Grécia. Nascido em Atenas, Sócrates não deixou escritos; suas ideias teriam sido compiladas por seus alunos Platão e Xenofonte, que se tornaram referências fundamentais sobre o pensamento socrático.

Sócrates dedicou grande parte da vida a dialogar com os jovens. Seu método de ensino não consistia em transmitir informação diretamente, mas em fazer perguntas e provocar reflexões — a maiêutica (arte de dar à luz) —, permitindo que os alunos chegassem às respostas por conta própria. Aprender, para Sócrates, era uma busca ativa, uma maneira de voltar a alma 'em direção à verdade, literalmente convertendo-a a ela', o que reforça a ideia de que o conhecimento verdadeiro já habita o ser e espera para ser despertado.

O ponto central da filosofia socrática (vinculada à teoria da reminiscência) pode ser resumido na afirmativa: 'virtude é saber'. Para ele, ninguém faz o mal voluntariamente; quem age de forma equivocada o faz acreditando fazer o melhor para si, pois todos desejamos a nossa própria felicidade. "Se soubermos o que contribui para tanto, então não haverá nada — a menos que sejamos forçados pelas circunstâncias — que nos impeça de fazer o que deve ser feito".

 

Assim, se quisermos influenciar o comportamento das pessoas, "não há outro caminho senão dialogar e raciocinar com elas", afirmava ele, mostrando as vias do comportamento virtuoso. Da mesma forma — reiterou —, "se punir não ajuda muito as crianças, também não lhes ajuda a recompensa". Não existe substituto eficaz para o diálogo, exceto a curto prazo; é preciso conversar com elas, explicando por que o que esperamos que façam é, de fato, bom para elas mesmas.

Platão (427–347 a.C.) → educação como formação de caráter

Discípulo de Sócrates, Platão teria pertencido a uma família aristocrática ateniense, que esteve entre os Trinta Tiranos que governaram a cidade após a derrota de Atenas para Esparta. Supõe-se que correu perigo após o julgamento e condenação de seu professor e amigo Sócrates, razão pela qual passou anos fora de Atenas, atuando inclusive como tutor real e conselheiro político na Sicília.

De volta à cidade, fundou a famosa "Academia", uma comunidade filosófica que atraiu jovens de toda a Grécia, entre eles Aristóteles. Há registros de que Platão escreveu e lecionou até os 80 anos, utilizando o diálogo filosófico como seu principal instrumento literário e pedagógico. Em quase todos os diálogos — mais de vinte deles sobreviveram, como O Banquete e Fedro, consideradas obras-primas tanto da arte dramática quanto da investigação filosófica — Sócrates aparece como personagem central, suscitando reflexões sobre moralidade, conhecimento e educação.

Joy A. Palmer ressalta que Platão nunca teria se separado verdadeiramente de algumas das convicções de seu professor. Ambos compartilhavam a ideia de que o tema mais importante da filosofia — e também da vida — era a moralidade. Para Platão, a educação é, acima de tudo, um treinamento de caráter.

"A paideia — termo que sintetiza o ideal grego de formação integral — tem como objetivo, segundo Platão, “purificar e reavivar o órgão que existe em cada alma” (omma tes psyches é a metáfora usada por ele no Livro VII, 527d-e, de A República). Esse “olho da alma”, muitas vezes soterrado por ocupações vulgares, é o único capaz de 'contemplar a verdade' (aletheia) e alcançar a 'ideia do Bem'.

 

Daí a necessidade de um controle rigoroso do ambiente e da educação infantil, evitando que essa faculdade racional se corrompa ou se torne 'cega' diante do mundo sensível. Nas páginas desse diálogo, Platão detalha um programa pedagógico progressivo voltado à formação dos "Guardiães" e dos "Reis-filósofos", os governantes capazes de realizar a justiça no seu Estado imaginário."

Nessa visão, o educador não se limita a transmitir conhecimento, mas objetiva a formação integral do indivíduo — processo em que o aluno deve ser guiado para fora da 'caverna' das aparências e conduzido em direção à luz da verdade."

Aristóteles  (384 - 322 a.C.) → educação pela experiência e pela razão

Discípulo de Platão por cerca de vinte anos na Academia de Atenas, Aristóteles nasceu em Estagira, na Macedônia. Filho de Nicômaco, médico da corte macedônica, teve desde cedo contato mais próximo com a natureza e práticas empíricas de investigação. Após a morte de Platão, deixou Atenas e passou um período em seu país, sendo convidado pelo rei Filipe II para atuar como tutor de seu  jovem filho Alexandre, que mais tarde ficaria conhecido como “Alexandre, o Grande”.

Tempos depois, retornou a Atenas e fundou sua própria escola, o "Liceu", onde ensinava caminhando com seus alunos — razão pela qual seus seguidores ficaram conhecidos como “peripatéticos” (transliteração da palavra grega antiga peripatētikós, que significa “dado a caminhar”). Parte significativa de seus escritos permaneceu por muito tempo dispersa e só foi organizada de forma sistemática no século I a.C., quando Andrônico de Rodes editou o conjunto hoje conhecido como corpus aristotélico.

Diferentemente de Platão, cuja filosofia enfatizava o mundo das ideias, Aristóteles concentrou-se na observação da realidade concreta, abordando temas variados como Poética, Retórica, Dialética e Lógica, além de produzir obras introdutórias sobre linguagem e pensamento em geral, como Categorias e Da Interpretação.

Essa inclinação para a observação influenciou também sua concepção de educação. Segundo Aristóteles, o conhecimento não nasce pronto na mente humana, mas se desenvolve a partir da experiência. Olavo de Carvalho, um de seus intérpretes modernos, chamou a atenção para o fato de que essa tradição textual preserva sobretudo o Aristóteles professor, para quem “todo conhecimento tem origem, temporalmente, nas sensações; se nossos sentidos não nos informassem sobre o que se passa fora de nós, não teríamos o que chamamos de conhecimento”. Aristóteles se referia aos cinco sentidos, embora hoje se reconheçam outros modos de percepção.

“Mas todos os bichos têm sensações, e neste sentido sabem tanto quanto nós. Se alguns bichos sabem mais do que os outros, a diferença não deve ser buscada nas sensações, e sim em alguma outra função, que neles tenha um desenvolvimento decisivamente superior. Esta função é a memória. O homem é o animal que tem a memória mais rica e diferenciada, e por isto sabe mais do que os outros animais”, explica Olavo.

Em outras palavras: no modelo aristotélico, o conhecimento ocorreria, geralmente, por indução, e o processo de aprendizagem consistiria em construir na mente uma imagem da realidade que corresponda ao mundo 'lá fora'. Este é o processo da razão indutiva — que passa de observações particulares para conclusões gerais — e também o primeiro método de raciocínio utilizado na ciência, em contraste com o método dedutivo da matemática.

Isso levou muitos intérpretes a ver Platão como um idealista e Aristóteles como um realista, no sentido de afirmar a realidade e a objetividade do mundo físico. A imaginação, conforme Aristóteles, seria então a ponte entre o conhecimento sensorial e o pensamento lógico — um princípio que influenciaria educadores por séculos.

Jesus (4 a.C. – cerca de 30 d.C.) → educação pelo exemplo e pelo amor

A existência de Jesus e todo o barulho que a exposição de seus pensamentos e atos teriam provocado em seu tempo são, volta e meia, questionados. O que, diga-se de passagem, não é típico em relação aos demais pensadores que vieram antes dele. Mas, se o Jesus em referência é o de Nazaré, alguns poderiam perguntar: como ele poderia ter nascido “quatro anos antes de si mesmo”?

A questão se deve ao fato de que algumas fontes históricas se baseiam no Evangelho de Mateus. Este afirma que Jesus nasceu no tempo de Herodes, o Grande, o qual morreu em 4 a.C. Por essa contagem, o nascimento poderia ter ocorrido entre 7 a.C. e 7 d.C., mas a maioria dos historiadores aceita o ano 4 a.C. como referência. Já a crucificação de Jesus teria ocorrido entre 30 d.C. e 33 d.C., daí muitos historiadores presumirem que Jesus tenha vivido em média 29 anos. De qualquer forma, o consenso sobre o nascimento antecipa a chamada "Era Cristã", iniciada no ano Um, sugerida por Dionísio, monge versado em matemática e astronomia.

O Jesus histórico nasceu na Palestina, perto do final do reinado de Herodes, sendo filho de Maria e José, cuja árvore genealógica remontava ao rei Davi. Sua cidade natal, Nazaré, ficava ao sul da Galileia, a menos de 200 km ao norte de Jerusalém. A Palestina estava anexada desde 63 a.C. ao Império Romano e era governada por reis indicados por Roma. Pouco se sabe sobre sua infância e adolescência. Acredita-se que tenha aprendido a ler e escrever na sinagoga local, tendo como base a Torá, coleção com os cinco primeiros livros do livro sagrado judaico (Tanakh), que são também os primeiros cinco livros da biblia cristã (o Pentateuco).

Ele aprendeu com o pai o ofício de carpinteiro; entretanto, José faleceu antes que sua missão pública tivesse começado. Jesus é talvez a figura mais influente da humanidade. Diferenciando-se da figura do pregador de rua ou profeta ambulante — papéis comuns na história judaica — e dos pensadores educados na filosofia grega, seu método de ensino baseava-se em encontros, diálogos e parábolas: narrativas curtas, com forte conteúdo simbólico e ético, que transmitiam valores morais e sociais de forma acessível.

Para contextualizar: na sociedade romana havia dois tipos de professores: o preceptor, contratado por famílias abastadas para a educação das crianças em casa; e o mestre, que ensinava ciências e filosofia a grupos de estudantes, em uma espécie de escola.

Marcus Borg, influente teólogo americano e membro do Jesus Seminar — grupo de estudiosos que analisou a historicidade dos ditos e atos do Nazareno —, observou que Jesus era popular, mas ensinava com autoridade. Frases como "Benditos são os pobres", "Os últimos serão os primeiros" e "Deixe os mortos enterrarem os mortos" revelavam seu gosto pela linguagem do paradoxo e evidenciavam uma sabedoria alternativa, em contraste com a tradição.

O mais marcante em sua pessoa teria sido a coerência. Suas ações eram compatíveis com suas palavras e, possivelmente, a postura de compaixão e acolhimento com que lidava com cada pessoa tenham exercido mais influência do que seus próprios ensinamentos. Dedicava tempo a ensinar camponeses analfabetos e pessoas desprezadas, como coletores de impostos; tocava nos considerados impuros (os leprosos) e convidava crianças a se aproximar e se sentar ao seu lado, mesmo quando seus seguidores tentavam afastá-las.

Ao questionar a incoerência e a hipocrisia dos doutores da lei e ao anunciar, em meio a um ambiente politeísta, a existência de um Deus único e misericordioso, Jesus abalou as estruturas de seu tempo. A educação que se extrai de sua prática combina conhecimento transcendente, ética e amor pelo próximo. Mostra que o aprendizado pleno envolve não apenas a compreensão de princípios, mas também  vivência e aplicação concreta do saber na vida em comum.

Menos ou mais inspirados nas abordagens citadas, muitos outros nomes destacaram-se, ao longo dos dois mil anos que se seguiram, na arte de transmitir conhecimento e valores. A educação é um processo amplo e contínuo de formação do ser humano. A base teórica e o conjunto de ferramentas voltados a orientar esse processo passaram a ser conhecidos como pedagogia. O termo tem origem no grego antigo paidagogos, formado por paidós (“criança”) e agein (“conduzir”, “guiar”). Inicialmente, referia-se ao escravo — frequentemente culto ou de confiança — encarregado de acompanhar as crianças da nobreza à escola, zelando por sua segurança, comportamento, boas maneiras e lições.

Com o tempo, o conceito deixou de significar apenas o ato de acompanhar e passou a designar a arte de ensinar: um conjunto de estratégias, métodos e técnicas de aprendizagem que não se limita à infância. No fundo, porém, a essência permanece. O pedagogo continua sendo, antes de tudo, um guia — um guardião e tutor no caminho do aprendizado.

Referência:

SCHÄFER, Gerd E. Prozesse frühkindlicher Bildung. Universidade de Colônia, Alemanha, Dezembro de 2001. Disponível em: https://www.hf.uni-koeln.de/data/eso/File/Schaefer/Prozesse_Fruehkindlicher_Bildung.pdf.

PALMER, Joy A. 50 grandes educadores: De Confúcio a Dewey. São Paulo: Contexto, 2005.

DE CARVALHO, Olavo. Aristóteles em Nova Perspectiva: Introdução à Teoria dos Quatro Discursos. 2ª Edição. Campinas, SP: Vide Editorial, 2013.

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Edilene Florentino Jäger

Jornalista e educadora, com especialização no desenvolvimento infantil de zero a três anos de idade. Desde 2006 integrando equipes pedagógicas de instituições de educação infantil, na Alemanha.

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