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Páscoa: a história passando por cima do chocolate

  • Foto do escritor: Edilene Florentino Jäger
    Edilene Florentino Jäger
  • 31 de mar. de 2025
  • 11 min de leitura

Atualizado: há 3 dias

Ilustração de Kees de Kort em Das große Bibel-Bilderbuch, da Deutsche Bibelgesellschaft, 1994¹.
Ilustração de Kees de Kort em Das große Bibel-Bilderbuch, da Deutsche Bibelgesellschaft, 1994¹.

Crianças, principalmente, associam a Páscoa ao chocolate — e talvez esse seja mesmo o melhor período do ano para saborear o produto obtido a partir da amêndoa fermentada e torrada do cacau. É que, nesse período, o chocolate é muito comercializado na forma de ovos, que, segundo a tradição, seriam trazidos e escondidos por coelhos para que as crianças os encontrassem.


No Brasil, a produção total de chocolates alcançou 806 mil toneladas em 2024, representando um crescimento de 3% em relação a 2023². Com o aumento do preço do cacau em quase 200%, a indústria investiu em produtos diversificados e alternativos para tornar os preços mais acessíveis³. De forma análoga, os pais poderiam aproveitar a ocasião para reduzir o consumo de doces e, simultaneamente, ensinar às crianças o significado histórico e religioso do feriado.


Assim como o Natal, a Páscoa já era celebrada antes do surgimento do Cristianismo. É a mais antiga festa judaica, cujo nome provém do hebraico Pessach, que significa “passar por cima“, em referência aos primogênitos da descendência de Israel salvos da 10ª praga proferida por Javé ao povo do antigo Egito. Tem início no 14° dia do mês Nissan (entre março e abril, segundo o calendário ocidental) e dura oito dias, ao longo dos quais as famílias relembram a libertação do povo hebreu, da escravidão no Egito e o êxodo em direção à terra prometida.


De acordo com a Torá, livro sagrado judaico, a escravidão teria durado mais de 400 anos. A duração desse período, entretanto, é objeto de diferentes interpretações. Mesmo assim, a saga se tornou histórica.


Ilustração alusiva ao Pessach, no livro "Das Große Familienbuch der Feste um Bräuche"⁴.
Ilustração alusiva ao Pessach, no livro "Das Große Familienbuch der Feste um Bräuche"⁴.

O Pessach, conhecido como ‘Festa da Libertação’, na verdade tem origem na fusão de duas celebrações distintas:


  • Chag Ha-Pessach, a “Festa da Passagem“ realizada quando os hebreus vagavam pelo deserto e davam boas-vindas à primavera, sacrificando um cordeiro; e

  • Chag Ha-Mazzot, a “Festa do Pão Ázimo“, festival agrícola que celebrava a colheita dos grãos maduros. Juntamente com Shavuôt e Sucôt, Pessach constituía um dos três festivais de peregrinação israelita, nos quais os fiéis viajavam a Jerusalém para ritos no templo.



Com a destruição do Segundo Templo, em 70 d.C, o foco da festa ficou no âmbito familiar, desdobrando-se em uma cerimônia dividida com três partes:


  • A leitura de textos sobre a libertação do povo hebreu (Pessach-Haggada), acompanhada de orações, canções e provérbios judaicos;

  • A refeição simbólica (Sêder de Pessach);

  • O complemento Afikoman (que significa "o que vem depois“, ou "a sobremesa") marcado pela procura de um pedaço escondido de Matzá (pão ázimo, não fermentado, em lembrança à massa de pão que os hebreus levaram ao deixar o Egito, mas que não teve tempo de fermentar), que, quando encontrado pelas crianças representa presente e recompensa.


Keará (travessa) de porcelana com os itens simbólicos da celebração: Beitzá – ovo cozido, símbolo de luto e do ciclo da vida; Zeroá – um pedaço de osso de cordeiro assado ou queimado, significando o sacrifício oferecido no templo, antes da destruição; Maror – raiz amarga, lembrança do tempo da escravidão; Karpás (vegetal não amargo, como salsa, cebola ou mesmo batata cozida); Charósset – mistura de maçã, pera, nozes e vinho tinto, simbolizando a argamassa usada pelos hebreus para fazer os tijolos; Chazeret – alface romana, também amargor da escravidão.⁵ (Fonte: clique na foto)
Keará (travessa) de porcelana com os itens simbólicos da celebração: Beitzá – ovo cozido, símbolo de luto e do ciclo da vida; Zeroá – um pedaço de osso de cordeiro assado ou queimado, significando o sacrifício oferecido no templo, antes da destruição; Maror – raiz amarga, lembrança do tempo da escravidão; Karpás (vegetal não amargo, como salsa, cebola ou mesmo batata cozida); Charósset – mistura de maçã, pera, nozes e vinho tinto, simbolizando a argamassa usada pelos hebreus para fazer os tijolos; Chazeret – alface romana, também amargor da escravidão. (Fonte: clique na foto)

A Páscoa que mudou a história 


Jesus teria participado de várias dessas comemorações, mas somente quando tinha doze anos de idade é que foi levado pelos pais a Jerusalém. No final da festa, quando as caravanas retornavam aos lugares de origem, Maria e José sentiram a falta do filho e retornaram à cidade para procurá-lo. Depois de três dias, encontraram-no no templo, sentado junto aos estudiosos da Lei, ouvindo-os e questionando-os.

Embora pouco se saiba sobre a vida de Jesus durante a adolescência e início da vida adulta, estima-se que ele começou a pregar e reunir seguidores entre os anos 27 e 29, continuando por pelo menos mais dois ou três anos. Foi também durante uma celebração do Pessach que ele entrou em Jerusalém montado em uma jumenta — símbolo de realeza — e foi recebido como se fosse o Messias prometido, pela população que estava a caminho da cidade. As pessoas desvestiam os próprios agasalhos e forravam o chão, para que ele passasse, além de arrancar palmas das árvores e empunhá-las, e cânticos, conforme descrito em Mateus 21:9⁶.


No templo, ao perceber as atividades comerciais, Jesus derrubou mesas e cadeiras dos vendedores, denunciando a profanação do espaço sagrado. Depois, saiu e foi para o povoado de Betânia, onde teria passado a noite. No dia seguinte, voltou ao templo para pregar, mas teve sua autoridade questionada por líderes e sacerdotes judeus. Vários atos de Jesus, durante a semana, provocaram a fúria de seus adversários.


O vinho kosher (termo usado para produtos preparados de acordo com a lei judaica para alimentação), especial para o Pessach, um recipiente com água salgada, para molhar o Karpás, simbolizando as lágrimas e o suor derramado pelos hebreus durante a escravidão e o Matzá compõem a mesa. Veja o preparo. (Fonte: clique na foto)
O vinho kosher (termo usado para produtos preparados de acordo com a lei judaica para alimentação), especial para o Pessach, um recipiente com água salgada, para molhar o Karpás, simbolizando as lágrimas e o suor derramado pelos hebreus durante a escravidão e o Matzá compõem a mesa. Veja o preparo. (Fonte: clique na foto)

Como de costume aos que confrontavam o poder vigente, ele foi levado ao Sinédrio fórum que decidia sobre assuntos dos judeus e tinha poder para prender, interrogar e sentenciar, mas não de mandar matar.


Na época, a Palestina estava subjugada a Roma. A ordem para eliminá-lo veio, então, de Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, que enviou o caso ao governador da Galileia, Herodes. Este, não encontrando nada de grave na pessoa de Jesus, fez cumprir a vontade de uma assembleia popular. Como é narrado, Jesus foi crucificado, sepultado e seu corpo desapareceu três dias depois — eventos que marcaram a história da humanidade.


Relatos sobre seus aparecimentos, posteriormente, sustentavam que ele continuava vivo e confirmava dons que transcendiam as limitações das pessoas comuns. Em sua memória, a celebração passou a fazer parte do calendário litúrgico, com data móvel. Por ser determinada pelo calendário lunar, acontece no primeiro domingo depois da primeira lua cheia, após o equinócio de outono (no hemisfério sul) ou equinócio de primavera (no hemisfério norte).



“Ovo Cósmico“, de Salvador Dali (Espanha, 1904 –1989), óleo sobre tela. (Fonte: clique na foto)
“Ovo Cósmico“, de Salvador Dali (Espanha, 1904 –1989), óleo sobre tela. (Fonte: clique na foto)

Mitologias e o ovo cósmico


Jan Val Ellan, pseudônimo usado pelo palestrante e escritor natalense Rogério de Almeida Freitas, relata que, nas antigas mitologias, o ovo cósmico – entendido como a singularidade que deu origem ao universo – recebeu diferentes nomes e interpretações.


Na mitologia chinesa, o ovo se rompeu, surgindo dois universos, o Yin e o Yang, e Pan Ku, o criador, caído em um deles. Na tradição dos hindus arianos, o ovo cósmico se divide em duas lokas: Buhloka, a primeira, e outra loka, denominada Brahmaloka, onde teria caído o criador do mundo. Na mitologia nórdica — também chamada de mitologia germânica ou anglo-saxã —, Niflheim e Muspelheim seriam esses dois universos resultantes.


Noutra tradição, ligada ao antigo druidismo, os nomes Hyren-Hyron referem-se a essas duas dimensões preexistentes, encerradas nos portais do cosmos em 2012, segundo interpretações baseadas no calendário maia. Esse seria o instante em que a entropia dos sistemas teria se consolidado. Ellan propõe que, para quem questiona a versão oficial sobre o surgimento do universo, o livro Hyren-Hyron – Universos em colisão, apresenta essas histórias em forma de ficção.


Reunindo o conjunto de crenças de um povo, mitologias são narrativas que ajudam a compreender tradições, assinalam particularidades de personagens, exploram a existência de polaridades como certo/errado ou forte/fraco e oferecem mensagens de cunho moral. Contar histórias também é um recurso pedagógico que promove imaginação e aprendizagem dinâmica.¹⁰


Na pedagogia Waldorf, por exemplo, os educadores não fazem reflexões com as crianças enquanto leem os contos: nesse momento, as crianças fantasiam, recolhem informações, pensam e questionam de forma natural, sem que seu entendimento seja guiado. Mais tarde, terão elementos suficientes para analisar o conteúdo por conta própria.

"A primavera“, de Franz Xaver Winterhalter (Alemanha, 1805 –1873), óleo sobre tela, representação da deusa Eostre. (Fonte: clique na foto)
"A primavera“, de Franz Xaver Winterhalter (Alemanha, 1805 –1873), óleo sobre tela, representação da deusa Eostre. (Fonte: clique na foto)

Coelho: um símbolo pagão ressignificado 


A Bíblia não faz nenhuma menção a um coelho que entregasse ovos às crianças no dia da ressurreição de Jesus Cristo. Como teria surgido, então, essa associação com o animal?


Jumar da Silva Pedreira conta em seu livro “História da Páscoa: da deusa EOSTRE ao ovo de chocolate“¹¹, que a raiz mitológica da Páscoa está relacionada com Eostre (Ēostre, Ostara ou Ostera), a deusa da fertilidade, do amor e do renascimento, na mitologia nórdica.


Os antigos povos que habitavam o norte da Europa comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de março. No alemão antigo, o nome Eostre significava “a deusa da aurora“, razão pela qual os cultos saudavam a luz crescente da primavera, “período que irradiava felicidade e bênçãos à Terra", e a partir dele teriam se originado os termos Eastern, em inglês e Ostern, em alemão.



Diz uma lenda que Eostre estava sentada em um jardim, com algumas crianças, quando um pássaro voou sobre elas e pousou na mão da deusa. Ao dizer palavras mágicas, ela transformou o pássaro em seu animal favorito, uma lebre. Isto maravilhou as crianças, mas, com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não podia mais cantar nem voar. Então, pediram a Eostre que revertesse o encantamento. A deusa tentou, porém não conseguiu e decidiu esperar que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. A lebre assim permaneceu até que a primavera chegou e Eostre, com seus poderes restaurados, transformou a lebre novamente num pássaro. Agradecido, ele botou ovos em homenagem à deusa, mas logo voltou à forma de uma lebre que, ainda feliz, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Para lembrar as pessoas de seu ato de interferir no livre-arbítrio alheio, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua, que pode ser vista até hoje por todos. (DEZMILNOMES.WORDPRES.COM,2017)¹²

O primeiro relato referente a Eostre é de 725 AEC (antes da Era Comum)¹³ e foi encontrado nos manuscritos do monge inglês Beda, que viveu no século VII e tornou-se conhecido como “o pai da história inglesa“. Jumar Pedreira reporta que esse mito é citado nas Eddas, o conjunto de relatos míticos e poemas da tradição escandinava, originalmente transmitidos de forma oral, de geração em geração, que foram encontrados na Islândia. As Eddas permitiram um estudo mais aprofundado sobre deuses e heróis da mitologia nórdica.


Outro fato não menos importante é que a cristianização, inicialmente ocorrida na Inglaterra, sob a liderança do papa Gregório I, e estendida às demais nações, instituiu a ordem da igreja romana de que todas as festas deveriam ser dedicadas a mártires cristãos. Desse modo, o cristianismo acabou por substituir os cultos pagãos, sem, porém, deixar de absorver muitos de seus costumes. Os ovos, que se faziam presentes desde a Antiguidade, passando pelo Pessach e chegando à celebração cristã com o sentido de uma nova vida, acabaram ressignificados na Páscoa moderna.


Como o chocolate entra na história


O chocolate só apareceu no evento depois que o cacau se tornou conhecido pelos europeus nas viagens de conquista da América. Era consumido como bebida pelos povos indígenas do México e nações vizinhas e, a princípio, teria causado estranheza aos espanhóis, não só pelo gosto amargo e pela adição de ingredientes, a exemplo de pimenta e cogumelos nativos, como também pela forte associação com rituais religiosos e consumo para efeito afrodisíaco. Por fim, acabou conquistando o gosto dos colonizadores católicos e popularizando-se no velho continente.


Como os alimentos eram classificados segundo suas propriedades, uma das principais dúvidas era se o chocolate quebraria o jejum eclesiástico. Se fosse classificado como comida, os católicos praticantes não poderiam ingeri-lo nos dias de jejum, que incluía a quaresma – tempo de preparação para a Páscoa, quando se faz renúncia voluntária à satisfação de uma necessidade ou desejo, ou se priva de certos alimentos, numa deferência aos 40 dias que Jesus passou jejuando no deserto. Da disciplina tradicional da Igreja já constava a abstenção de carne, sendo aconselhado manter essa forma de abstinência, particularmente, nas sextas-feiras do período.


O uso do chocolate na Páscoa, especialmente no formato de ovos, só teve a licença liberada depois de dois séculos e meio de debate entre eclesiásticos e leigos, relata Jumar Pedreira. E uma relevante informação a ser considerada é a de que o produto entrou nas festividades da Páscoa na forma comestível, e não como bebida. Os primeiros ovos de Páscoa feitos de chocolate, substituindo os tradicionais ovos de galinha pintados à mão, foram confeccionados por confeiteiros franceses. Fontes históricas revelam ainda que, durante a primeira Revolução Industrial, entre 1760 e 1820-1840, foram adotadas táticas comerciais que incentivaram as populações ao consumo do produto como forma de presente.¹⁴


Escassez de cacau e mudança na fórmula 


Recente reportagem de Mariana Schreiber¹⁵ abordou a atual escassez do cacau e a consequente disparada do preço, nos últimos anos, que seriam responsáveis pela redução do critério de qualidade do chocolate no país. A sensação dos consumidores é de que o chocolate industrial tornou-se inferior.


Ela ouviu especialistas que confirmaram a percepção de que o produto vendido em larga escala “é pura gordura e açúcar“, refletindo a qualidade baixa do cacau utilizado e mudanças nas composições para reduzir custos. “Outro alvo de polêmica é o aumento dos produtos ‘sabor chocolate‘, que levam menos de 25% de cacau na composição. Na União Europeia, onde as regras são mais duras, o mínimo exigido é de 35% para chocolate em geral, e de 30% para chocolate ao leite“. (BBC News Brasil, 2025)


Diante desse cenário, os pais deveriam estar atentos para evitar prejuízos à saúde dos filhos, a começar pelo fato de que a introdução de doces na Páscoa não só corrompeu o sentido da festa, como criou um hábito, que precisa ser equilibrado. Sabe-se que o chocolate possui substâncias associadas às sensações fisiológicas de prazer. "A saciedade e o relaxamento físico podem ser psicologicamente agradáveis. No entanto, é importante ressaltar que necessitar exclusivamente desses alimentos como fonte de conforto pode levar a uma limitação e dependência" ¹⁶, diz Denise Rodrigues, psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da UNINASSAU, do Rio de Janeiro.


Na busca por equilíbrio nutricional e sabor, os pais podem substituir o chocolate na alimentação das crianças. Por exemplo, frutas secas, como tâmaras, doces e ricas em nutrientes, populares no Oriente Médio e no Mediterrâneo, ou nozes e bolos ricos em fibras, fáceis de serem preparados. Há receitas na Internet para todo tipo de gosto, inclusive para quem enfrenta algum tipo de restrição alimentar, e que levam adição de ingredientes como sementes e proteínas vegetais, oferecendo benefícios ao organismo. Como a vida não é só de doce, há também uma variedade de pratos e salgados brasileiros que, secos, crocantes ou com recheios, são bem sugestivos para comemorar a Páscoa.



Referências:


¹ ILUSTRAÇÃO DE ABERTURA: Kees de Kort. Das Große Bibel-Bilderbuch: alle Geschichten der Reihe in einem Band “Was uns die Bibel erzählt“ / gemalt von Kees de Kort. Erzähltext und Nacherzählungen Hellmut Haug (A Grande Bíblia Ilustrada – todas as histórias da série “O que a Bíblia nos conta / ilustrada por Kees de Kort. Contada e recontada por Hellmut Haug). Stuttgart: Dt. Bibelges., 1994.


² PÁSCOA DEVE TER PRODUÇÃO DE 45 MI OVOS DE CHOCOLATE. Poder360.com.br, 12.03.2025. Disponível em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/pascoa-deve-ter-producao-de-45-mi-ovos-de-chocolate/. Acesso em: 21 mar. 2025.


³ PAVAN, Bruno. Alta no preço do cacau fará Páscoa de 2025 ter menos ovos de chocolate no Brasil. ISTOÉ Dinheiro, 21.03.2025. Disponível em: https://istoedinheiro.com.br/menos-ovos-pascoa/. Acesso em: 21 mar. 2025.


⁴ HOLTEI, Christa; MICHALSKI, Tilman. Das Große Familienbuch der Feste um Bräuche (O grande livro da família das festas e costumes). Alemanha: Editora Patmos, 2005.


⁵ MUSEU JUDAICO DE FRANKFURT. Geschichten – Pessach das Fest im Frühling (História – Páscoa, o festival da primavera). Disponível em: https://sammlung.juedischesmuseum.de/geschichten/pessach-das-fest-im-fr%C3%BChling/. Acesso em: 20 mar. 2025.


⁶ BÍBLIA. Mateus 21:9. Relato da entrada de Jesus em Jerusalém montado em uma jumenta.


⁷ PREFEITURA DE AMARAL FERRADOR. Significado de Páscoa Cristã. Notícias, 20.04.2020. Disponível em: https://www.amaralferrador.rs.gov.br/noticias/10/significado-de-pascoa-crista.html. Acesso em: 20 mar. 2025.


⁸ A CRIAÇÃO DO UNIVERSO E HYREN-HYRON | Com Jan Val Ellan (Vídeo). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=NYKFiU6vYmw. Acesso em: 21 mar. 2025.


⁹ Ellan, Jan Val. Hyren-Hyron – Universos em colisão, s.d. Curitiba: Nova Egrégora.


¹⁰ Pedagogia Waldorf: aprendizagem dinâmica promovida pela narrativa de mitologias e histórias culturais.


¹¹ PEDREIRA, Jumar da Silva. História da Páscoa: Da deusa Eostre ao ovo de chocolate, vol. 1 [livro eletrônico], 1. ed. São Paulo: ECO Editorial, 2021. Disponível em: https://chocolatrasonline.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Historia-da-Pascoa-Jumar-SPedreira-web.pdf. Acesso em: 22 mar. 2025.


¹² MARI. Eostre, Senhora da primavera. Dezmilnomes.wordpress.com, s.d. Disponível em: https://dezmilnomes.wordpress.com/2017/09/18/eostre-senhora-da-primavera/. Acesso em: 23 mar. 2025.


¹³ VALENGA, Daniela. A influência pagã da deusa da fertilidade “Eostre“ na Páscoa. Disponível em: https://catarinas.info/web-stories/a-influencia-paga-da-deusa-da-fertilidade-eostre-na-pascoa/. Acesso em: 25 mar. 2025.


¹⁴ PEREIRA, Lucas. Qual o significado do chocolate na Páscoa? Entenda! Querobolsa.com.br, 03.04.2023. Disponível em: https://querobolsa.com.br/revista/qual-o-significado-do-chocolate-na-pascoa-entenda. Acesso em: 20 mar. 2025.


¹⁵ SCHREIBER, Mariana. 'Ovo de Páscoa é só açúcar e gordura': como disparada do cacau e cortes da indústria pioraram chocolate no Brasil. BBC NEWS BRASIL, 21.03.2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3y99z9v43o. Acesso em: 22 mar. 2025.


¹⁶ PORAT, Letícia. O chocolate pode influenciar a saúde psicológica? Portal Institucional do Centro Universitário Maurício de Nassau – Uninassau, 10.07.2023. Disponível em: https://www.uninassau.edu.br/noticias/o-chocolate-pode-influenciar-saude-psicologica. Acesso em: 26 mar. 2025.

 
 
 

5 comentários



anryha elmartino
anryha elmartino
06 de set. de 2025

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Pepko Akrapovik
Pepko Akrapovik
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Sergio Marquina
Sergio Marquina
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Roberto Kja
Roberto Kja
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Edilene Florentino Jäger

Jornalista e educadora, com especialização no desenvolvimento infantil de zero a três anos de idade. Desde 2006 integrando equipes pedagógicas de instituições de educação infantil, na Alemanha.

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